Vivência.04_Parque da Independência

 

Nosso último encontro de 2016 aconteceu no Parque da Independência, no aniversário de um de nossos amigos que fazem parte do grupo de estudos. A convite dele, desenvolvemos uma vivência com o grupo, além dos convidados que foram para celebrar o seu aniversário. Por coincidência, aquele domingo era o Dia da Consciência Negra e aproveitamos isso para montar a programação do encontro. Um desenho pode dizer mais do que mil palavras e, pensando nisso, iniciamos a atividade com um recolhimento de 10 minutos.
Como comentamos antes, trazer textos que mostram e fortalecem os exercícios propostos para serem lidos em grupo é fundamental. Uma das participantes comentou que tinha passado por uma experiência de meditação/relaxamento em um dia de workshop no seu trabalho e que tinha achado um saco e, além disso, havia ficado ansiosa para que tudo acabasse porque sentia que estava perdendo o seu tempo ali. “Por coincidência”, esse dia tinha levado um texto para leitura do professor Hermógenes (Yoga para nervosos), que fala dos milagres do relaxamento.  Logo após isso, pedi que os participantes fizessem uma reflexão sobre a palavra racismo e que a partir  disso expressassem não em palavras, mas em desenho (com a boca) o que haviam pensado ou sentido. Fechamos o encontro em uma linda roda onde todos mostraram os seus trabalhos e falaram sobre eles, e o que sentiram com a experiência de desenhar com boca.

 

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