Vida_Morte

A morte é nossa companheira silenciosa, ela nos ronda todos os dias, o tempo todo, e a cada minuto que passa, morremos um pouquinho. Com o passar da vida, evitamos assuntos que giram em torno da morte e, com isso, vamos nos esquecendo dela e também de nos aprofundarmos na compreensão do ciclo da nossa existência terrena.

A notícia de uma doença que traz consigo um risco de morte, nos faz sentir o tempo de uma maneira diferente, especialmente quando a incerteza da vida está relacionada diariamente a um ente querido.

O medo da morte traz uma série de sentimentos e mágoas guardadas lá no fundo das nossas almas, que vamos deixando passar por termos medo de nos aprofundarmos mais nas nossas relações familiares e isso, muitas vezes, acontece pela falta de compreensão e de não conseguir enxergar os pais fora desses respectivos papéis.
Palavras que não foram ditas, coisas que deixaram de ser feitas, promessas não cumpridas não importam mais porque, no momento em que o ente querido realmente se vai, é importante se auto-observar e praticar a mais profunda compaixão e perdão para que ele finalize o seu ciclo em paz. Assim, o elo de ligação que ainda existe não será mais conturbado pela falta de aceitação da realidade (que já não é mais a mesma).

 

 

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